A apresentadora Adriane Galisteu compartilhou em suas redes sociais, nesta terça-feira (1), sua experiência com a menopausa e a terapia de reposição hormonal. Ela destacou como o tratamento trouxe estabilidade à sua vida, ressaltando a importância do acompanhamento médico regular.
Galisteu relatou que levou três semanas para perceber os benefícios do tratamento, que inclui exames a cada quatro meses para ajustes nas doses. “Agora, minha vida está super estável em relação a isso, mas não significa que ela vai ficar assim”, afirmou. A terapia de reposição hormonal é considerada a opção mais eficaz para lidar com os sintomas da menopausa, que ocorrem quando o corpo feminino deixa de produzir hormônios.
O ginecologista Igor Padovesi, especialista no tema, explicou que a terapia visa manter os níveis hormonais semelhantes aos da pré-menopausa. Ele destacou que a utilização de hormônios bioidênticos é uma evolução em relação às terapias anteriores, que usavam hormônios sintéticos. Apesar das preocupações sobre o câncer de mama, Padovesi afirmou que o risco é baixo quando o tratamento é bem indicado e monitorado.
Os benefícios da terapia incluem a melhora de sintomas como insônia, alterações de humor e falta de libido, além de promover a saúde urogenital. O médico também mencionou que a terapia pode reduzir a mortalidade e o risco de Alzheimer, melhorando significativamente a qualidade de vida das mulheres.
Padovesi recomenda que a discussão sobre a terapia hormonal comece entre os 35 e 40 anos, quando os primeiros sinais da perimenopausa podem aparecer. Ele alertou que o diagnóstico é clínico e não depende apenas de exames laboratoriais, enfatizando a importância de um tratamento personalizado e supervisionado por profissionais qualificados.
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