Óculos inteligentes começam a ganhar espaço no cotidiano, com funções que antes ficavam restritas ao celular, como áudio, câmera, comandos por voz e projeções de informação. O formato lembra o de um acessório comum, o que facilita a adoção.
A ideia central é permitir acesso contínuo a funções digitais sem interromper tarefas. O usuário mantém a visão do ambiente e recebe informações complementares, reduzindo distrações e aumentando segurança em deslocamentos e atividades complexas.
Em ambientes de trabalho, técnicos, mecânicos e profissionais de campo recorrem a esses dispositivos para receber orientações visuais, visualizar esquemas e responder por voz. Em situações sociais, ajudam a registrar fotos e vídeos sem sacar o smartphone.
Modelos disponíveis e como chegam ao Brasil
Os Ray-Ban Meta Smart Glasses combinam visual conhecido com câmera embutida e comandos avançados. Os XREAL Air apostam em realidade aumentada para vídeos e produtividade. O Google Glass Enterprise Edition foca em aplicações profissionais.
No Brasil, Ray-Ban Meta são vendidos oficialmente, com preços entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. Os XREAL Air chegam apenas por importação, variando entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil. O Google Glass não é oferecido ao consumidor final no país.
Com sensores mais avancados e componentes menores, a tendência é ampliar funções como tradução simultânea, identificação de objetos e projeção de rotas. A promessa é um painel pessoal acessado de modo natural durante o dia a dia.
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