O Estádio Azteca, na Cidade do México, enfrenta problemas estruturais a 31 dias da Copa do Mundo. O piso de concreto recém-reformado apresenta rachaduras, elevando a preocupação de autoridades locais e da NASA quanto à segurança. A reinauguração ocorreu em amistoso entre México e Portugal neste ano.
Torcedores relataram, após as quartas de final do Campeonato Mexicano, que pedaços do piso estão se soltando. A situação preocupa pelo uso do estádio na abertura do Mundial, prevista para receber México x África do Sul em 11 de junho, com cerimônia de abertura incluída.
Riscos de afundamento e causas
A Agência Espacial Americana (NASA) acompanha o caso por meio de radar por satélite, monitorando pequenas alterações no terreno. Em partes da cidade, o afundamento chega a 1,2 cm por mês, apontando para uma causa comum na região: extração de água subterrânea acima da recarga natural.
Especialistas citados pela NASA indicam que o bombeamento excessivo de água do aquífero leva à compactação do solo sob a cidade, agravando o deslocamento. Em áreas da capital, já foram registrados afundamentos de até 25 cm, entre os mais rápidos do mundo.
Impacto no Mundial e medidas
Além da segurança de torcedores, preocupações surgem quanto à conservação do estádio durante o Mundial. Alguns fãs chegaram a levar materiais soltos como lembrança do local, que tem foco de atenção por ser palco da abertura.
A organização afirma manter a confiança de que tudo estará pronto para o início da competição, com o Azteca funcionando plenamente na estreia do México contra a África do Sul. A cerimônia de abertura também está prevista para o evento.
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