A Colossal Biosciences é uma startup americana que quer trazer de volta animais que já foram extintos, como o mamute-lanoso, o tigre-da-Tasmânia e o dodô. Fundada em 2021, a empresa conseguiu arrecadar 435 milhões de dólares para suas pesquisas. Para isso, eles usam técnicas como DNA antigo e clonagem para modificar os genes de espécies que ainda existem.
O mamute-lanoso, que viveu há cerca de quatro mil anos, é uma das prioridades da empresa. Eles acreditam que recriar esse animal pode ajudar a proteger os elefantes que ainda estão vivos e entender como os animais se adaptam ao frio. Um especialista da empresa, Kenneth J. Lacovara, diz que trazer esses animais de volta pode ajudar a restaurar o equilíbrio dos ecossistemas que foram afetados pelos humanos.
Além do mamute, a Colossal também quer reintroduzir o tigre-da-Tasmânia, que foi visto pela última vez em 1936, e o dodô. Para esses projetos, a empresa está trabalhando com uma ONG chamada Mauritian Wildlife Foundation, que se dedica a proteger a biodiversidade. Essas iniciativas podem ajudar a recuperar os ecossistemas que sofreram com a ação humana.
A startup americana Colossal Biosciences, conhecida por suas iniciativas de recriação de espécies extintas, anunciou novos planos para trazer de volta o mamute-lanoso, o tigre-da-Tasmânia e o dodô. Fundada em 2021 por Ben Lamm e George Church, a empresa arrecadou US$ 435 milhões para financiar suas pesquisas. As técnicas utilizadas incluem DNA antigo, clonagem e edição genética, visando alterar os genes de espécies ainda existentes.
O mamute-lanoso, que viveu durante a Era Glacial e foi extinto há cerca de quatro mil anos, é uma das prioridades da Colossal. A empresa acredita que a recriação dessa espécie pode ajudar na conservação de elefantes modernos, além de oferecer insights sobre adaptação genética ao frio. O geneticista Kenneth J. Lacovara, membro do conselho consultivo da empresa, afirma que a volta desses animais pode restaurar serviços ecossistêmicos perdidos.
Além do mamute-lanoso, a Colossal também planeja reintroduzir o tigre-da-Tasmânia, que foi visto pela última vez em 1936, e o dodô. Para esses projetos, a empresa colabora com a Mauritian Wildlife Foundation, uma ONG dedicada à conservação da biodiversidade. A expectativa é que essas iniciativas contribuam para a recuperação de ecossistemas afetados pela ação humana.
Esses esforços refletem uma abordagem inovadora em biotecnologia, com o potencial de transformar a conservação de espécies ameaçadas. A Colossal Biosciences se posiciona na vanguarda da biotecnologia, buscando não apenas trazer de volta espécies extintas, mas também desenvolver novas ferramentas para a preservação da vida selvagem.