O prosecco, vinho branco italiano espumante, mantém o posto de líder mundial em produção, impulsionado pela popularidade do Spritz. A bebida aparece em versões com bolha fina ou intensa, seca ou suave, leve ou complexa, conforme observado por especialistas.
A região de Friuli e Veneza, no nordeste da Itália, responde por grande parte da produção, com cerca de 25 mil hectares de vinhedos. A ascensão do Spritz ajudou a difundir o prosecco globalmente, tornando-o opção frequente em bares e restaurantes.
A maior parte dos proseccos é elaborado pela segunda fermentação em tanque fechado, método Charmat, menos custoso que a champanhe. Existem, porém, exemplares produzidos pela fermentação na garrafa, com bolhas mais discretas.
Entre os estilos, o tipo brut é o mais comum, seguido por extra-dry e dry, que variam conforme o conteúdo de açúcar. Proseccos podem ser de consumo imediato no aperitivo ou acompanhando pratos da gastronomia veneziana.
Para escolher uma boa garrafa, especialistas sugerem observar a indicação DOCG e as denominações Conegliano Valdobiadene ou Asolo. O preço varia amplamente, de itens mais simples a rótulos premium, refletindo terroir, produção e complexidade.
Além do sabor, o estilo também importa: o prosecco spumante é mais mousseado e ideal como aperitivo, enquanto o prosecco frizzante é mais delicado, mantendo o charme da cultura italiana.
Ao servir, a bebida deve estar entre 8 e 10°C, em copos adequados para preservar as bolhas. Existem duas formas de servir: manter as leveduras na garrafa ao verter lentamente, ou transferir para uma carafe gelada para maior oxigenação.
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