A cidade do Cabo, na África do Sul, volta a ganhar destaque para brasileiros com voos diretos de São Paulo, operados pela South African Airways, em cerca de 7h30 de viagem. Brasileiros não precisam de visto para entrar no país. A novidade aproxima o destino de praias, montanhas e uma variedade gastronômica.
A cidade figura entre as mais visitadas do mundo, segundo a disputa de rankings internacionais. Entre suas atrações estão bairros renovados, museus, a Table Mountain e os Doze Apóstolos, que fortalecem a reputação de destino cultural e natural. A imprensa especializada reforça a qualidade do turismo local.
Principais atrações
V&A Waterfront, na orla, serve como ponto de partida para conhecer a cidade e abrir o roteiro. Do local partem balsas para Robben Island, onde Nelson Mandela ficou preso por décadas; hoje é Patrimônio Mundial da UNESCO. O passeio dura cerca de 3h30, com custo para estrangeiros de aproximadamente 600 rands.
Robben Island abre espaço para compreender a história africana e a luta pela democracia. De volta, o Zeitz Mocaa exibe arte africana contemporânea, ocupando um silo reaproveitado e valorizando criadores locais, com ingressos a partir de 250 rands.
Gastronomia e hospedagem
A cena gastronômica da Cidade do Cabo destaca pratos com pimenta, cominho e fogo. Salsify at the Roundhouse funciona em uma construção histórica dentro de um parque nacional, com menus sazonais e foco local. O almoço com menu reduzido custa em torno de 305 reais por pessoa.
The Potluck Club, em The Old Biscuit Mill Market, oferece pratos para compartilhar em ambiente urbano e moderno, com opções como peixe, beterraba e barriga de porco ao curry de coco. Os pratos costumam acompanhar vinhos da região.
Entre os bares de referência, The Art of Duplicity funciona com senha para entrada e porta secreta, mantendo discrição. A experiência combina coquetéis autorais e uma ambientação intimista, destacando a criatividade local.
Hospedagem de referência na cidade é o Belmond Mount Nelson, com 198 quartos e jardins exuberantes. O hotel, inaugurado em 1899, mantém charme vitoriano com toques art déco. O The Red Room, restaurante interno, é reconhecido pela fusão de sabores asiáticos com tradição sul-africana.
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