Cerca de 7 mil residências e comércios nos bairros Bangu, Santíssimo, Senador Camará, Realengo, Jabour e Campo Grande, no Rio de Janeiro, ficaram sem internet na noite de 20 de outubro. A interrupção ocorreu após a destruição de uma central de fibra óptica da Nio, que sucedeu a antiga Oi. Criminosos armados invadiram o local, forçando as equipes técnicas a se retirarem.
Esse tipo de crime está em ascensão no estado, com facções criminosas restringindo a atuação de operadoras de internet. A Nio já registrou, neste ano, mais de 500 mil clientes afetados por furtos e vandalismos. A situação se agrava, pois moradores são obrigados a recorrer a serviços clandestinos para se conectar.
A destruição da central não é um caso isolado. Em meses anteriores, bairros como Colégio e o município de Belford Roxo também enfrentaram problemas semelhantes, com seis mil e dez mil clientes prejudicados, respectivamente. A crescente violência e a atuação de facções têm gerado um cenário preocupante para a segurança e a infraestrutura de serviços essenciais na região.
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