Ilha de Marajó, situada na confluência dos rios Tocantins e Amazonas com o Atlântico, concentra uma rica cultura, búfalos e culinária tradicional. A região tem forte identidade marajoara e atrai visitantes que buscam fazendas centenárias, trilhas e praias da floresta amazônica.
A reportagem acompanha o encerramento da temporada CNN Viagem & Gastronomia no Pará, conectando a divulgação de outras localidades paraenses à COP30. Entre os destaques estão experiências locais, pratos regionais e produtos com selo de Indicação Geográfica.
Experiências em Soure e ecoturismo
A Fazenda Mironga oferece a Experiência Mironga, com história, criação de búfalos, ordenha e café da tarde com queijo do Marajó (IG desde 2021). O queijo é feito com leite cru, fermentação espontânea e massa cozida, conferindo textura cremosa.
Na Fazenda São Jerônimo, o ecoturismo agroflorestal inclui trilhas, canoa no igarapé, praia deserta e nado com búfalos. A visita dura cerca de 2h30, com custo de R$ 250 por pessoa, e inclui passagem pela vegetação, ervas medicinais e pajelanças.
Gastronomia e artes marajoaras
No caminho, surge a Cozinha Tucupi, em Soure, com pratos como caldinho de tucupi, tartar de filhote e filé de búfalo com queijo do Marajó. Em Solar do Bola, o Frito do Vaqueiro, batizado há mais de um século, é tradição da casa.
A Ice Buffalo, no centro de Soure, fabrica sorvetes com leite de búfalo; o sabor Alemão combina queijo do Marajó e maracujá. A cerâmica marajoara, produzida em Ateliê Arte Mangue, destaca padrões geométricos.
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