Kevin Rodriguez Zavala morreu em decorrência de trauma contundente durante passeio na atração de alta velocidade do Epic Universe, parque da Universal Orlando, nos EUA. A perícia local concluiu que o óbito foi acidental, ocorrido em 17 de setembro.
O relatório médico do condado de Orange afirma que Zavala sofreu ferimentos graves, incluindo corte profundo na testa esquerda, fratura na crista óssea acima do olho e sangramento acima do crânio. Também houve contusões, nariz quebrado e fratura no fêmur direito.
Investigadores da polícia local indicam que os funcionários do Epic Universe seguiram os procedimentos de segurança e não houve negligência. A função dos cintos não liberáveis foi destacada, com liberação que demorou cerca de 10 minutos.
Testemunhas relataram ferimentos severos e deslocamento durante a primeira descida. Anna Marshall, médica que aguardava na fila, descreveu Zavala caído e com muito sangue ao retornar à plataforma, com o braço esquerdo pendente e a coxa exposta.
A namorada de Zavala, Javiliz Cruz-Robles, afirmou que ele tinha hastes metálicas na coluna devido a cirurgia prévia. Familiares disseram que a atrofia da medula não teve relação com a morte. Ele usava cadeira de rodas no momento do incidente.
A atração, de design dual-launch, alcança velocidades de até 62 mph (100 km/h) e foi inaugurada oficialmente em maio no Epic Universe. O caso ocorre após decisões judiciais recentes envolvendo acidentes em parques de diversões da região.
Em dezembro, uma decisão de júri atribuiu 310 milhões de dólares à família de um menino morto em 2022 em outra instalação, o Icon Park. O episódio incentivou a aprovação da Tyre Sampson Act para reforçar normas de segurança.
Estado da investigação
A perícia continua reunindo informações sobre a operação da atração e o uso dos cintos. A autoridade enfatiza que o objetivo é esclarecer todos os fatores que contribuíram para o acidente sem atribuir culpa adicional.
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