O serial killer Renan Barros da Silva, 26 anos, fugiu de uma prisão de segurança máxima no Tocantins na última quinta-feira, 25 de dezembro. Ele deixou a Unidade de Tratamento Penal de Cariri acompanhado de um comparsa, Gildásio Silva Assunção, 47 anos. A fuga ocorreu após serrar as grades da cela e escalar o alambrado com uma corda improvisada.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), a dupla utilizou uma teresa para vencer a cerca externa. Ambos são apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e são considerados de alta periculosidade. A fuga já completa mais de 60 horas.
Detalhes da ação e perfil dos foragidos
A Polícia Civil aponta que Renan Barros da Silva possui histórico de múltiplos homicídios, com início registrando duas mortes em 2020, em Araguaína, e desfechos violentos em 2021. Em maio daquele ano, teriam ocorrido três assassinatos na mesma cidade, com corpos ocultados em matagal após remoção de veículos das vítimas.
O mesmo relatório indica que, em 2021, ele cometeu mais um homicídio em Estreito, no Maranhão. Em ações anteriores, as investigações registraram uso recorrente de pistola 380, com tiros na região da cabeça. Além dos crimes violentos, o grupo também atua em crimes patrimoniais, com arrombamentos e furtos de cofres que podem render até 100 mil reais por ação.
Força-tarefa e orientação à população
Policiais civis e militares concentram diligências na região sul do Tocantins, com alerta de alta periculosidade para ambos os foragidos. A SSP-TO solicita cautela extrema à população e pede que qualquer pista seja informada de forma anônima pelos canais 190, 197 ou pela Central de Flagrantes de Gurupi, no telefone (63) 3312-4110. O sigilo da denúncia é garantido.
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