O homem da Pensilvânia, Jonathan Gerlach, 34, foi preso após a polícia encontrar mais de 100 peças de restos humanos em sua posse, em carro, casa e um depósito. Ele responde a centenas de acusações de depredação de túmulos e violação grave de objetos sagrados.
Os investigadores encontraram crânios, torsos sem cabeça, pés mumificados e outras partes de corpos, incluindo uma ossada com marca-passos ainda conectado. A descoberta ocorreu durante a investigação sobre atividades no cemitério Mount Moriah, em Yeadon.
Gerlach foi preso na terça-feira, após ser visto deixando o cemitério em um Toyota Rav4, com evidências visíveis no veículo. A perícia confirmou que várias peças estavam em estado avanado de decomposição e em locais diferentes.
Segundo o departamento do condado de Delaware, parte das peças pode ter centenas de anos. A polícia ainda investiga o motivo do armazenamento de restos mortais e a possível relação entre eles.
Entre os achados estavam dois esqueletos com itens médicos, além de várias partes soltas. Os oficiais afirmam que as informações ainda não permitem concluir a identidade de todas as pessoas.
A busca na residência de Gerlach, em Ephrata, revelou restos humanos no porão, em prateleiras, no teto e em um depósito separado. Também foram apreendidos joias, cuja relação com os restos ainda é objeto de apuração.
A acusação envolve quase 575 infrações, incluindo mais de 100 crimes de abuso de cadáver. A fiança foi fixada em 1 milhão de dólares, e a próxima audiência está marcada para 20 de janeiro.
Rouse destacou que a investigação busca confirmar a identidade das vítimas e o tempo em que estiveram nos locais. Ele ressaltou que o impacto emocional para familiares é imenso e que a polícia trabalha com cautela.
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