Mais de 100 policiais e voluntários vão dar início a uma nova busca de cinco dias pelo fugitivo Dezi Freeman, ou por seus restos, quase dois meses após o término da última operação. A ação parte de informações obtidas após um disparo ouvido perto da propriedade de Freeman, em Rayner Track, em agosto.
A operação visa uma área do parque nacional Mount Buffalo, cerca de 300 km ao norte de Melbourne, região já explorada em dezembro. A investigação envolve testes de fogo usados e cadáveres de cadete da NSW, que serão usados na busca, sem presunção de que Freeman esteja morto.
Freeman é acusado de ter baleado dois policiais durante o cumprimento de mandado na cidade de Porepunkah, no verão passado. Os agentes Neal Thompson e Vadim de Waart-Hottart foram mortos após a intervenção na propriedade do suspeito, que permaneceu desaparecido desde então.
A nova ofensiva é conduzida pela Taskforce Summit, que já analisou milhares de informações recebidas pelo público. Ainda não há indícios de que Freeman tenha recebido auxílio — embora isso não tenha sido descartado.
Entre as possibilidades consideradas pela polícia, permanecem três cenários: Freeman está morto, está sendo ocultado por alguém ou fugiu da área e sobrevive sozinho. A força reforçou que continua aberta a todos os desdobramentos.
Para quem fornecer informações que levem à captura de Freeman, a polícia jurosiana oferece uma recompensa de até 1 milhão de dólares, além de eventual imunidade para quem colaborar, conforme anunciada pelas autoridades.
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