O golpe do exame avança sobre pacientes, especialmente idosos e pessoas em enfermaria, com promessa de refazer procedimentos sob pressão. A fraude aparece como se fosse operação de hospital, com dados do paciente e do médico envolvidos.
Funciona assim: após o exame, o golpista liga, afirma que houve alteração e que será necessário refazer o exame com envio rápido de material. Um motoboy fictício é usado para entregar o novo turno, usando pagamento por Pix.
O interlocutor aproveita dados como nome, CPF, convênio, médico responsável e tipo de exame para ganhar a confiança da vítima. Ao validar a entrega, a cobrança pela entrega é feita por meio de maquininha, com valor inflacionado, levando a confusão financeira.
Dentro dos hospitais, o golpe também atua: o paciente recebe ligação no quarto, com a mesma montagem de dados, para refazer o exame. A cobrança do segundo exame é apresentada como urgente, com instruções para pagamento imediato via Pix.
Alerta aos pacientes sobre golpes com Pix
Casos citados por médicos indicam que golpes já somam milhões de reais desviados. Alguns hospitais relatam dezenas de ocorrências diárias, dificultando a identificação da origem do vazamento de dados. A polícia tem atuado, porém com resultados limitados.
Entre na conversa da comunidade