Adriana Araújo revelou detalhes da sua saída da Record durante a pandemia de Covid-19, em entrevista ao podcast Desculpa Alguma Coisa, do UOL. A jornalista descreveu o desligamento como traumático, atribuindo o desgaste à linha editorial adotada pela emissora sobre a crise sanitária.
A apresentadora afirmou que, em abril de 2020, enquanto Manaus enfrentava colapso hospitalar, a Record exibiu uma reportagem sobre reeducação alimentar de macacos. Segundo ela, esse episódio sintetizou o que chamou de tensionamento interno e de uma postura que considerou prejudicial.
]De acordo com Adriana Araújo, a demissão ocorreu em março de 2021, com a justificativa oficial de comum acordo pela Record. Ela sustenta que a saída não foi amigável e informou que ingressou com ação trabalhista contra a empresa.
A ação tramita desde junho de 2021 na 63ª Vara do Trabalho de São Paulo. A jornalista busca reconhecer vínculos trabalhistas, alegando ter sido contratada como pessoa jurídica e ter enfrentado discriminação e injustiça. A Record nega as acusações.
Adriana chegou à Record em 2006, após passagem pela TV Globo, atuando como correspondente em Nova York e cobrindo eventos relevantes, como Fukushima, no Japão, em 2011. Ela permaneceu sete anos como âncora do Jornal da Record e apresentou o Repórter Record Investigação.
Em 2023, a apresentadora passou a integrar a equipe da TV Bandeirantes, onde atua como âncora e repórter. A reportagem não cita outros envolvidos nem outros desdobramentos do caso.
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