O Memorial da Pandemia foi inaugurado nesta terça-feira (7) no Rio de Janeiro, marcando a reabertura do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) e homenageando as mais de 700 mil vítimas da Covid-19. O evento reuniu autoridades e comunidade, em cerimônia realizada no espaço central do CCMS.
A homenagem reúne diferentes espaços: instalação digital com os nomes das vítimas, um monumento, a escultura de Darlan Rosa (criador de Zé Gotinha) e um parquinho temático para crianças, com foco na promoção da vacinação. O Ministério também destaca jornalistas e veículos que atuaram na cobertura da pandemia.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a crise exigiu responsabilidade pública. Ele citou negacionismo e desinformação como fatores que agravaram o impacto da doença, ressaltando a importância da ciência e da vacinação.
Itinerário do Memorial Digital e Guia de Manejo
O Ministério lança o Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid e o Portal do Memorial Digital, em parceria com OPAS/OMS e a Unicamp. O acervo digital dará origem a uma exposição itinerante em seis capitais de maio de 2027, começando por Brasília.
A mostra percorrerá cidades até janeiro de 2027, com encerramento no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro. O projeto busca ampliar o acesso a informações confiáveis e preservar a memória da pandemia.
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