O Inep estipulou um gasto máximo de 96 milhões de reais com a segurança do Enem entre 2026 e 2028. O objetivo é financiar convênios com órgãos de segurança pública para garantir o sigilo das provas e a integridade em todas as etapas da operação.
A norma considera critérios como o número de rotas de transporte, a quantidade de locais de aplicação, os diferentes níveis de risco e a estrutura de armazenamento dos materiais.
O padrão mínimo de atuação das forças de segurança inclui a escolta das provas, a vigilância dos locais de aplicação e o monitoramento das áreas de armazenamento. Também está previsto o acompanhamento de redes sociais e fontes digitais para identificar ameaças ou tentativas de fraude.
Distribuição por estados
São Paulo receberá até 12.505.450,00 reais, a maior parcela prevista. Minas Gerais fica com até 10.969.625,48 reais e a Bahia com até 7.826.456,21 reais. Os valores são proporcionais à avaliação de riscos e rotas de transporte.
A repartição busca equalizar recursos conforme a complexidade de cada unidade da federação, levando em conta o alcance do material de aplicação e a logística envolvida. O critério de distribuição também considera a infraestrutura de armazenamento.
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