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Empresário réu por matar gari em MG tem habeas corpus negado pela justiça

Habeas corpus negado; réu permanece preso e vai a júri popular pelo assassinato de gari em Betim durante abordagem de trânsito

Empresário vai a júri popular após determinação da Justiça de MG
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O habeas corpus da defesa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior foi negado pela justiça nesta quinta-feira, 9, pela 8ª Câmara Criminal do TJMG. Ele responde pelo assassinato do gari Laudemir de Souza Fernandes, ocorrido em Betim, região Metropolitana de Belo Horizonte.

A decisão levou em conta a gravidade do crime e sua repercussão. O relator, desembargador Maurício Pinto Ferreira, entendeu que não cabia modificar a prisão preventiva neste momento.

Em janeiro, a Justiça determinou que Renê Júnior vá a júri popular pelo homicídio. A denúncia aponta que ele atuou com motivo fútil, arma de fogo e em via pública, colocando em risco trabalhadores e terceiros.

Contexto do caso

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, no dia 11 de agosto de 2025 Renê Júnior deixou a residência no Vila da Serra, em Nova Lima, com uma Glock calibre .38 dentro do carro, rumo a Betim.

Dinâmica do crime

No cruzamento das ruas Modestina de Souza e Jequitibá, no Vista Alegre, o motorista teria se irritado com o trânsito de uma coleta de lixo. Renê Júnior apontou a arma à motorista do caminhão e atirou, atingindo o gari na região abdominal.

Caminho processual

A vítima foi socorrida, mas morreu no atendimento médico. Renê Júnior foi localizado e detido horas depois, em uma academia na Região Oeste de BH. A denúncia descreve homicídio por razões fúteis e com risco à coletividade.

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