A Fundação Guggenheim divulgou nesta semana a lista dos 223 pesquisadores e artistas aprovados para a edição 2026 da Guggenheim Fellowship. A 101ª turma reúne nomes de 55 áreas de estudo e criação, selecionados dentre quase 5 mil candidaturas. O programa distribui recursos entre artes criativas, ciências sociais, ciências naturais e humanidades.
Entre os ganhadores na área das artes, figuram o escultor John Ahearn e a artista norte-americana identificada como American Artist, que realizou exposição recente em 2025. Também integram a lista o brasileiro John Miller, a designer e artista Sonya Clark e o japonês alemão Kota Ezawa, além de outros nomes como Beatriz Santiago Muñoz e Lucy Ives. A seleção abrange artes visuais, cinema, fotografia, ficção e performances.
Destaques e formatos premiados
A lista completa contempla especialistas em diversas vertentes, incluindo vídeo, ficção e artes performativas. Um conjunto de vencedores já teve participação em edições anteriores da Whitney Biennial, Tate Modern, MoMA e outros museus de referência. Ainda aparecem criadores multidisciplinares e representantes de comunidades diversas, ampliando o leque de propostas apoiadas.
A Guggenheim Fellowship existe desde 1925 e, ao longo de quase 100 anos, já destinou mais de US$ 450 milhões a mais de 19 mil artistas e scholars. A edição de 2026 reforça o papel do prêmio como referência para financiamento de projetos inovadores em várias fases da carreira.
Detalhes dos ganhadores por campos
Entre os premiados na área criativa, estão cineastas, romancistas e artistas visuais, com nomes como Margaret Brown, Beatriz Santiago Muñoz, Lucy Ives e John Miller. Na seção de artes finas, destacam-se Sonya Clark, John Ahearn, Kota Ezawa, Fia Backström e Francis Ruyter. A lista completa está disponível no site da fundação.
Entre na conversa da comunidade