Curitiba vive uma transição demográfica histórica: a população com mais de 60 anos já ultrapassa crianças e adolescentes. Em 2026, a cidade projeta atender 359 mil moradores nessa faixa etária com foco em autonomia, prevenção à saúde e acessibilidade urbana.
O idoso atual busca participação e direitos. Diferente de décadas passadas, muitos continuam no mercado de trabalho e cobram maior atuação na política. Dados indicam que 54% dos idosos curitibanos são considerados capazes de viver sozinhos.
A prefeitura investe na saúde preventiva para ampliar a longevidade com qualidade. Programas monitoram doenças crônicas e as unidades básicas oferecem suporte nutricional. O Serviço de Atenção Domiciliar atende cerca de 20% dos idosos que demandam cuidados constantes.
Ações práticas em saúde e educação
Casos de ação incluem Unapi e parcerias com instituições para cursos de informática e qualificação. Na prática, a Secretaria Municipal do Esporte oferece atividades gratuitas para cerca de 11 mil idosos, distribuídas por centros esportivos e Clubes da Gente.
Para o planejamento urbano, a cidade pensa o conceito de cidade amiga da pessoa idosa como prioridade. Calçadas, rampas, pontos de ônibus e mobiliário urbano estão sendo revisados, com a revisão do Plano Diretor consolidando as mudanças.
As melhorias beneficiam outras faixas, como crianças e pessoas com deficiência, ao tornar a mobilidade mais segura e a sinalização mais clara. A acessibilidade amplia a qualidade de vida de toda a população.
Conteúdo produzido com informações da Gazeta do Povo.
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