Aos 48 anos, Cleunice vive com nove filhos e quatro netos em uma casa já antiga, sem estrutura adequada. A residência recebe água da chuva e enfrenta risco de desabamento, especialmente em dias de tempestade. Ela administra a casa usando o que consegue coletar, reciclando itens para sustento.
A família não tem estabilidade financeira e depende do apoio comunitário para seguir. Cleunice cuida de filhos com necessidades especiais, incluindo um neto autista, o que aumenta a demanda por atenção e cuidado constante. Ela não pensa em largar a família, mesmo diante das dificuldades.
A história chegou ao conhecimento do “moço do te amo”, conhecido por ouvir trajetórias de pessoas nas ruas. Ele criou uma Vakinha para levantar recursos com o objetivo de reformar a casa e oferecer um ambiente seguro para todos.
Como surgiu a Vakinha
O grupo de Cleunice iniciou com pequenas ofertas, até aceitar a ajuda de apoiadores que acreditaram na causa. O valor inicial passou por diferentes tentativas até alcançar a meta parcial do projeto social.
Progresso e próximos passos
A Vakinha já arrecadou quase R$ 50 mil, com meta total de R$ 70 mil. O montante restante é visto como essencial para concluir a reforma e evitar que a estrutura se deteriore ainda mais.
Como colaborar
Quem desejar contribuir pode realizar doações pela plataforma Vakinha, com valores a partir de R$ 25. A campanha não envolve outras plataformas ou links diretos. Cada aporte aproxima a família de um lar estável e seguro. Compartilhar a história também ajuda a ampliar o alcance.
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