A Polícia Federal concluiu que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como o “Sicário” de Daniel Vorcaro, cometeu suicídio na prisão sem a participação de terceiros. Mourão morreu após se enforcar na cela da Superintendência da PF em Minas Gerais.
A prisão ocorreu durante a Operação Compliance Zero. Mourão foi levado a hospital após o fato e faleceu no dia 6 de março, dois dias após o incidente registrado na cela em Belo Horizonte.
A PF informou que verificou imagens das câmeras e ouviu testemunhas. O caso será encaminhado ao ministro André Mendonça, relator no STF, para avaliação pela PGR, conforme o trâmite previsto.
Contexto e investigação
Mourão era considerado operador central do grupo “A Turma” ligado a Vorcaro, responsável por monitorar pessoas de interesse do banqueiro e por informações sensíveis. A apuração também envolve mensagens sobre suposto assalto a um jornalista e outras ações de intimidação, segundo dados da investigação.
Conhecido como “Mexerica” em Minas, Mourão possuía antecedentes por furto qualificado, estelionato, organização criminosa e outros crimes. A apuração também aponta ligações com esquemas de pirâmide, agiotagem e atividades ilegais envolvendo jogos de apostas.
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