A Polícia Federal de Minas Gerais concluiu que o homem preso por envolvimento em fraudes bancárias morreu por asfixia, após se enforcar com um lençol na cela onde cumpria pena. A causa da morte foi registrada como suicídio, conforme laudo pericial.
O preso possuía antecedentes criminais e respondia por crimes financeiros, vinculados a fraudes no Banco Master. A PF informou que a investigação teve como objetivo esclarecer as circunstâncias da fatalidade.
Não foram identificados indícios de violência externa ou intervenção de terceiros na ocorrência, segundo o laudo apresentado. A autoridade federal destacou a interrupção do ciclo de apurações apenas com esse desfecho.
A PF reforçou que continuará as apurações para garantir transparência e esclarecer quaisquer dúvidas sobre o caso, mantendo o objetivo de precisão e neutralidade nas informações.
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