A plataforma #VazaBigTech foi criada para receber denúncias de trabalhadores de empresas de tecnologia. A iniciativa reúne os projetos Sleeping Giants Brasil e CTRL + Z, com o objetivo de preservar fontes que revelem informações de interesse público, especialmente sobre abusos ou irregularidades no setor.
Segundo os organizadores, a ferramenta assegura o anonimato do denunciante, oferecendo um canal seguro para relatar abusos, práticas ilegais ou violações de direitos. A proposta é ampliar transparência e accountability no ramo de tecnologia.
A plataforma foi lançada nesta quarta-feira (28). Ela funciona como canal de denúncia anônima, utilizando tecnologias para manter o sigilo, como o Tor. Uma equipe de advogados e especialistas em segurança digital orienta os usuários sobre proteção de identidade.
Como funciona a plataforma
Os relatos são recebidos de forma protegida e analisados por profissionais que indicam os passos seguintes. A equipe também fornece orientações para resguardar a identidade do denunciante durante o processo.
Para denunciar, o trabalhador acessa o site oficial e preenche um formulário que garante o anonimato. É aconselhável incluir o máximo de informações, como detalhes do caso, nomes, evidências e informações relevantes.
A iniciativa envolve uma rede de apoio aos trabalhadores que enfrentam condições precárias, assédio ou discriminação. Ela busca fortalecer a fiscalização de grandes empresas de tecnologia e promover responsabilização.
Sobre os projetos envolvidos
Sleeping Giants Brasil atua na denúncia de conteúdo nocivo, ódio ou práticas ilegais veiculadas por plataformas. A CTRL + Z busca promover transparência e responsabilização no uso de dados e na exploração de trabalhadores pelo setor tecnológico.
Ambos os projetos trabalham para fortalecer a atuação da sociedade civil na fiscalização de irregularidades no setor, contribuindo para maior proteção aos direitos trabalhistas e civis.
A plataforma #VazaBigTech é apresentada como ferramenta segura para que trabalhadores contribuam com a transparência e a justiça no segmento. Organizações da sociedade civil, ativistas e especialistas em tecnologia participam da iniciativa.
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