O debate sobre permitir animais de estimação na cabine de voos comerciais que chegam ao Reino Unido ganhou mais adesão após a história de Peggy, a pugue, que já viajou em cabines de voos ao redor do mundo, mas não para retornar ao país.
A proprietária de Peggy, Holly Middleton, defende que pequenos pets possam viajar na cabine, como já ocorre em voos que parts de fora do Reino Unido. Peggy ficou conhecida por vencer premiações de menos atrativo e por participação em um filme.
Um abaixo-assinado que pede mudanças nas regras já reuniu quase 12 mil assinantes. A mobilização ocorre mesmo com restrições atuais que obrigam animais a viajar como carga, em compartimento específico da aeronave.
Mudanças em políticas de viagem de animais
O governo informou que entende o desejo de viajeros com pets, mas precisa equilibrar esse pleito com requisitos de biossegurança e checagens de saúde em aeroportos.
Aeroportos e companhias são citados como parte do debate, com a prática atual proibindo a cabine para a maioria dos animais, exceto cães de assistência. A KLM afirmou que, em voos para fora do Reino Unido, cães e gatos podem ir na cabine ou na carga, conforme regras locais.
Perigos à saúde e opiniões públicas
A organização Allergy UK destacou riscos para pessoas alérgicas, citando possibilidade de ataques de asma em ambientes confinados. A entidade exige cautela ao discutir a presencia de animais em cabines.
Entre moradores de Beverley, na Inglaterra, a opinião diverge. Alguns temem impactos na segurança e no bem-estar dos animais, enquanto outros defendem a conveniência em voos curtos.
O Ministério da Agricultura e Meio Ambiente reiterou seu compromisso com padrões de bem-estar animal e biossegurança ao tratar da entrada de animais no país.
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