O laudo pericial divulgado nesta quarta-feira aponta que Maria Clara, 11 anos, foi enterrada viva em Itapetininga, interior de São Paulo. A análise do Instituto de Criminalística de Sorocaba indica sepultamento ainda com vida, com sinais de asfixia e trauma na cabeça. A confirmação reforça a linha de apuração de crime brutal.
Conforme o documento, a criança apresentava terra na boca, no nariz e na garganta, além de marcas de luta na terra e na roupa, indicando tentativa de escape do sepultamento. A perícia também aponta que Maria Clara foi subjugada enquanto ainda respirava.
A morte ocorreu após cerca de uma hora sob a terra, enquanto familiares tentavam socorrê-la. A Polícia Civil de Itapetininga já informou a prisão de duas pessoas ligadas ao caso. A mãe da vítima foi presa em flagrante por homicídio qualificado, mas nega participação.
Ela afirmou à polícia que a filha morreu acidentalmente durante uma briga com a irmã mais nova. O relato da família foi recebido com mobilização da comunidade, que cobra justiça e punição condizente com o crime.
As investigações permanecem em andamento e novas informações devem ser divulgadas nas próximas dias. O laudo pericial é visto como peça-chave para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e indicar os responsáveis.
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