O avião de pequeno porte caiu em Belo Horizonte na tarde desta segunda-feira, provocando a morte de duas pessoas. A aeronave partiu do aeroporto da Pampulha e atingiu um prédio a seis quilômetros da pista após perder potência durante a decolagem. A ocorrência é investigada pela Polícia Civil e pelo Cenipa, órgão da Aeronáutica.
A investigação apura as causas da possível pane no motor e o que levou à queda. O estado do piloto, o histórico de manutenção da aeronave e outros fatores relacionados devem ser analisados pelos peritos. O voo era particular e tinha como destino São Paulo.
Pelo menos uma testemunha informou que a decolagem já apresentou dificuldade de subida. A aeronave PT-EYT havia passado por transferência de propriedade e não atuava como táxi aéreo. A torre de controle da Pampulha registrou emergência logo após a decolagem.
Em andamento as apurações
A Administração do aeroporto confirmou o registro de decolagem às 12h16, com tripulação e passageiros a caminho de São Paulo. Não houve confirmação de presença de caixa-preta na aeronave, o que dificulta a recuperação de dados operacionais.
Especialista em segurança de voo aponta que contaminação do combustível pode reduzir potência. A água no combustível é um risco comum em combustível de aviões de pequeno porte, especialmente em checagens pré-voo. A drenagem de água é parte do procedimento de segurança.
As autoridades destacam a atuação do Seripa III na fase inicial da apuração. Técnicos devem coletar dados, preservar elementos e levantar informações complementares para indicar causas prováveis, sem prejulgamentos.
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