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Caso de magnata russo tem desfecho surpreendente após agressão a namorada

Magnata russo morre de infarto ao ouvir condenação por agressões contra namorada, com pena de até oito anos ou envio à guerra na Ucrânia

Saiba como o russo Dmitry Kuzmin morreu após ouvir sua condenação por espancar a namorada na Rússia. Acompanhe os detalhes do caso
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Dmitry Kuzmin, magnata da construção civil russa de 41 anos, morreu pouco após receber a leitura da sentença em um tribunal. Acusado pela agressão contra sua namorada, Anzhelika Tartanova, de 33 anos, ele enfrentava a possibilidade de prisão ou de cumprir serviço militar na guerra na Ucrânia. O caso ganhou destaque pela gravidade das lesões da vítima, que resultaram em severos danos cranianos.

A vítima ficou gravemente ferida após o ataque no fim do ano anterior. Anzhelika sofreu traumatismo craniano e danos cerebrais extensos, deixando sequelas motoras e cognitivas permanentes. O processo teve como desfecho a decisão de que Kuzmin poderia ser enviado à luta no conflito ou cumprir pena de até oito anos de prisão, dependendo da leitura final da acusação.

Segundo a acusação, o empresário tentou evitar a prisão inicialmente. Ele chegou a receber autorização judicial para visitar a vítima no hospital, ainda que fosse o autor das agressões. A mudança do enquadramento para tentativa de homicídio alterou radicalmente o cenário processual.

A leitura da sentença ocorreu em meio a uma reviravolta dramática: o magnata sofreu um infarto fulminante ao tomar conhecimento da pena. A defesa não conseguiu reverter a determinação, que estabelecia opções de cumprimento da pena ou alistamento no conflito armado.

Anzhelika permanece em tratamento médico, com recuperação descrita como lenta e desafiadora. A imprensa especializada reporta que a modelo continua sob observação, com dificuldades de fala, memória e coordenação, além de exigir novas intervenções cirúrgicas.

O caso remonta a relatos de que a modelo esteve desaparecida por cerca de duas semanas após uma discussão com Kuzmin, em situação descrita como controlador por parte dele. Anzhelika havia se mudado para Moscou, buscando retomar a vida após um divórcio, quando conheceu o empresário. A REN TV informou que o ataque ocorreu no apartamento da vítima, embora a memória parcial dificultasse lembrar detalhes da noite.

Durante o período de internação sem documentos, Anzhelika ficou acamada por dias até conseguir sussurrar seu nome, encontro que permitiu às autoridades contatar a família e abrir o inquérito que levou ao processo e ao desfecho noticiado.

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