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Empresária é suspeita de agredir e torturar empregada grávida no Maranhão

Caso de agressão a empregada grávida leva à prisão preventiva da empresária no Maranhão, com áudios que embasam a denúncia e investigação em curso

Carolina dos Anjos afirmou que vai apresentar sua versão em momento oportuno
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Uma empresária é investigada por suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida, de 19 anos, na região metropolitana de São Luís, Maranhão. Os episódios teriam ocorrido em Paço do Lumiar, no dia 17 de abril, segundo apuração da polícia.

A vítima registrou boletim de ocorrência e passou por exames no IML, que confirmaram as agressões. A empregada declarou ter sido submetida a puxões de cabelo, tapas e quedas, além de ter protegido a barriga de chutes. Ações duraram cerca de uma hora, conforme relato apresentado às autoridades.

Os áudios que relatam as violências foram divulgados pela TV Mirante, afiliada da TV Globo. Nas gravações, a empresária descreve a violência, mencionando a participação de um homem armado para intimidar a vítima.

Avanços da investigação e posicionamentos oficiais

A Polícia Civil informou que os áudios já foram anexados ao inquérito na 21ª delegacia do bairro Araçagi e afirmou que há confirmação de agressão. A defesa da empregada deve ingressar com ação trabalhista, além de acompanhar o andamento penal.

A OAB Maranhão encaminhou pedido de prisão preventiva da empresária, citando histórico de acusações e condenação anterior por calúnia envolvendo uma antiga funcionária. O processo de admissibilidade envolve avaliação da autoridade policial.

A SSP informou que o caso está em fase adiantada de investigação e não divulgará novos dados para não comprometer as apurações. O governador do estado afirmou acompanhar o caso e oferecer apoio à vítima.

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