A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada pela Polícia Civil do Maranhão por suposta agressão e tortura contra uma empregada doméstica de 19 anos grávida de cinco meses, já teve condenação anterior por calúnia. O caso ocorreu em 2024; a decisão foi anunciada em outubro de 2025.
Carolina já havia sido condenada pela Justiça pela falsa acusação de roubo contra uma ex-babá. O crime ocorreu após a suposta soma de uma pulseira de ouro ter sumido durante passeio. A pena foi convertida para serviços comunitários, com indenização por danos morais, por se tratar de ré primária.
O processo de 2024 aponta que a pulseira desapareceu no parque aquático durante o dia de trabalho da babá. A patroa afirmou ter visto a funcionária saindo com bagagens e registrar roubo em delegacia, com base em filmagens. A vítima afirma ter recusado ressarcimento e não foi paga diretamente pela patroa.
A decisão que condenou Carolina a seis meses de detenção em regime aberto acabou convertida em prestação de serviços comunitários. Também houve fixação de indenização de 4 mil reais por danos morais; não há confirmação pública sobre o pagamento.
Agressões contra empregada doméstica grávida
As investigações relatam que, em 17 de abril, em Paço do Lumiar, Maranhão, a jovem foi supostamente agredida pela empresária na residência onde trabalhava. A vítima sustenta ter recebido pancadas, puxões de cabelo e derrubamento ao solo. Áudios atribuídos à anfitriã foram anexados ao inquérito pela Polícia Civil.
Segundo a polícia, Carolina não foi presa nem indiciada até o momento, mas é alvo de mais de dez processos. O inquérito está sob a responsabilidade da 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy. A defesa de Carolina informou que coopera com as investigações e apresentará sua versão oportunamente.
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