O Tribunal de Justiça de São Paulo definiu o júri popular para 29 de outubro deste ano, envolvendo o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho. Ele é acusado de homicídio qualificado e responde por lesões contra Marcus Vinicius Machado Rocha, que estava no banco do passageiro. O caso ocorreu em 31 de março de 2024, no Tatuapé, zona leste de São Paulo, após uma colisão com um carro de aplicativo.
Sastre dirigia um Porsche e, segundo a perícia, estava a 156 km/h no momento do acidente. A vítima, Ornaldo Silva Viana, motorista de aplicativo, morreu no Hospital Municipal do Tatuapé. O empresário permanece preso preventivamente desde maio de 2024 e responde também por lesões corporais contra Rocha.
Nos últimos anos, a defesa tentou oito pedidos de liberdade, todos negados pela Justiça. O advogado Jonas Marzagão afirmou que as medidas cautelares já impostas, como fiança de R$ 500 mil, proibição de dirigir e contato restrito a testemunhas, seriam suficientes. A Justiça apontou indícios de embriaguez no momento da colisão.
Defesa e próximos desdobramentos
A defesa não foi localizada neste domingo para comentar o caso. O processo segue para condução do júri, com testemunhas e instruções a dependerem da acusação. As informações oficiais indicam que o crime teve repercussão midiática, sem, contudo, revelar novas apurações.
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