A Defesa Civil do estado de São Paulo informou que não há prazo para liberação da área atingida pela explosão ocorrida no Jaguaré, zona oeste da capital, na tarde de segunda-feira. A Polícia Técnico-Científica e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas participam da vistoria inicial, que será repetida para detalhar os próximos passos.
A explosão deixou um morto e três feridos, além de danos em 46 casas. Cerca de 160 pessoas ficaram desalojadas e alojadas em hotéis próximos, aguardando autorização para retirar pertences. A concessionária responsável pela rede de gás interrompeu o fornecimento para evitar novos riscos.
Perícia e avaliação inicial
Segundo o tenente Maxwel Souza, da Defesa Civil, a vistoria envolve análise minuciosa das ruas e das residências mais afetadas para verificar a possibilidade de retorno apenas para retirada de pertences. As famílias em hotéis serão chamadas de forma organizada para acessar as moradias.
A Sabesp informou que a obra estava alinhada previamente e acompanhada pela concessionária responsável pela rede de gás. A Comgás afirmou não ter relação direta com a empresa executora no momento do acidente, não confirmando o envolvimento da Sabesp. As autoridades devem ouvir as concessionárias para esclarecimentos.
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