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Smithsonian celebra a América em 250 objetos

Exposição do Smithsonian reúne 250 objetos para celebrar os 250 anos da independência dos EUA, conectando passado, identidades e debates públicos

‘We have something for everybody. That’s the beauty of the museum and the 250 objects’ … Star-Spangled Banner
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A exposição In Pursuit of Life, Liberty & Happiness celebra os 250 anos da independência dos Estados Unidos. O Smithsonian National Museum of American History, em Washington DC, reúne 250 objetos para contar a história do país, de um barco de guerra do século XVIII a itens do cotidiano moderno. A mostra abriu em 14 de maio.

São peças que vão do histórico ao popular, incluindo a cabine do Desenho da Declaração de Independência atribuída a Thomas Jefferson, a farda de George Washington e um chapéu Make America Great Again. A curadoria enfatiza a participação cívica e momentos de reconhecimento de identidades diversas.

O projeto, dirigido pela Anthea Hartig, busca equilibrar reflexão, celebração e curiosidade. A curadora destaca a ideia de democracia como esporte participativo, com uma trilha de exibição que guia o visitante por 250.000 pés quadrados.

Destaques da Exposição

Entre as atrações está a fragata Philadelphia, uma embarcação de 53 pés afundada em 1776 e recuperada em 1935. Conservacionistas descrevem o desafio de preservar madeira antiga e metal sob água por séculos.

A mostra também apresenta itens raros, como a fita de dados de Joan Trumpauer Mulholland e a notícia de 1960 sobre os choques dos direitos civis. Peças interagem para mostrar avanços e tensões na história americana.

A experiência inclui uma nova narrativa visual com realidade virtual sobre a construção da embarcação e objetos emblemáticos como a bandeira que inspirou o hino nacional. Há também itens do cotidiano, como um conjunto de luvas usadas por atletas na era moderna.

Perspectivas e contexto

Os organizadores afirmam que o acervo contempla todas as vozes, inclusive visões que geram debates atuais. Mesmo itens polêmicos, como o chapéu de Maga, aparecem para demonstrar a diversidade de posições no uso da história.

A curadoria manteve diálogo estreito com comissões nacionais e a Casa Branca, assegurando embasamento sólido. Os curadores destacam que a coleção evita simplificações, apresentando contradições e avanços da sociedade.

Hartig comenta que o museu se empenha em oferecer conteúdo acessível, sem abrir mão da rigurosidade acadêmica. A diretora reforça o compromisso de representar diferentes caminhos rumo a liberdade, vida e felicidade.

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