Maio Amarelo marca campanha de conscientização sobre segurança no trânsito no Brasil. No ano de 2024, mais de 20 mil pessoas perderam a vida em acidentes rodoviários. Entre as vítimas, motociclistas responderam por cerca de 8 mil fatalidades, Reflexo, segundo autoridades, da expansão dos serviços de entrega e transporte desde a pandemia.
Motoristas e motociclistas aparecem entre os principais grupos atingidos. Dados do Ministério da Saúde apontam que uma morte ocorre a cada 25 minutos no país, o que reforça a necessidade de medidas preventivas nas vias públicas. A imprudência de condutores é citada como fator recorrente em acidentes graves.
No Rio de Janeiro, hospitais especializados em trauma recebem uma vítima de acidente de moto aproximadamente a cada 45 minutos. Ao longo de 2024, a média diária de atendimentos ficou em torno de 30, com aumento registrado nos primeiros meses deste ano. Campanhas de educação no trânsito seguem em andamento para reduzir esse quadro.
A Polícia Rodoviária Federal tem intensificado ações educativas e fiscalizações durante o Maio Amarelo. As iniciativas já mostram uma queda modesta no número de mortes relacionadas ao trânsito, conforme balanço provisório. A operação envolve orientação a motoristas, fiscalização de velocidade e uso de dispositivos de proteção.
Apesar dos avanços, especialistas destacam que ainda existem riscos persistentes para usuários vulneráveis, especialmente motociclistas. Em casos relatados, colisões com caminhões e carros podem causar danos graves, aumentando a pressão sobre políticas de proteção e convivência no trânsito.
Adriana relate em cenário de violência no trânsito: o filho de 21 anos foi vítima de atropelo envolvendo uma motocicleta. Ela ressalta que a distração pode gerar sofrimento para famílias inteiras, reforçando a urgência de hábitos mais seguros e respeito mútuo entre os diferentes usuários das vias.
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