O envelhecimento é um processo natural na vida de todos os seres vivos, mas nem sempre recebe a valorização devida. Esse caminho é atravessado por preconceitos que podem ferir a saúde e a economia.
O termo idadismo foi cunhado em 1969 pelo gerontólogo Robert Butler. Ele descreve preconceito ou discriminação com base na idade, principalmente contra pessoas idosas.
Egídio Dórea, da USP, esclarece que o idadismo vai além de estereótipos. Trata-se de acreditar que ser velho significa fragilidade, irrelevância ou incapacidade, além de atitudes paternalistas e expectativas irreais de juventude eterna.
Definição e impactos
O idadismo aparece em atitudes que tratam idosos como crianças ou que subestimam sua autonomia. Esses comportamentos podem influenciar decisões em saúde, trabalho e políticas públicas, refletindo consequências amplas para a sociedade.
Especialistas apontam que o preconceito etário pode reduzir oportunidades e agravar efeitos de envelhecimento. O debate envolve entender como evitar discriminação em ambientes públicos e privados.
Acesso e divulgação
O programa Envelhecimento Saudável, que discute o tema quinzenalmente, integra o Jornal da USP no ar pelas rádios da USP em São Paulo e Ribeirão Preto. A produção também está disponível nos podcasts do Jornal da USP e em plataformas de áudio.
Quem acompanha o tema encontra material da USP, com aprofundamento sobre envelhecimento, saúde e políticas de proteção. A iniciativa busca ampliar a compreensão e reduzir o preconceito contra a velhice.
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