Guilherme da Silva, 19 anos, morreu após ser vítima da chamada gangue da pedrada na Rodovia Anchieta, em São Paulo. O motorista ficou dois meses em coma depois de ser atingido por uma pedra durante a passagem pelo local. O decesso ocorreu no último domingo, dia 17, segundo a família. Ao lado dele estava João Victor de Moura, 20, que sobreviveu ao ataque e relatou como ocorreu.
De acordo com o relato da família, o jovem viu um homem sob uma ponte antes do ataque e, pouco depois, a pedra atingiu o veículo. A testemunha afirmou que houve surpresa e violência repentina durante a passagem pela rodovia.
A investigação aponta que a ausência de câmeras no trecho dificultou a identificação dos criminosos. A concessionária alegou não haver registros de casos parecidos, embora a polícia tenha encontrado duas ocorrências semelhantes na região. Com a morte de Guilherme, o caso passou a ser tratado como homicídio, mas o inquérito foi arquivado sem indicar os autores.
Investigação em curso
A família cobra respostas sobre a autoria e as circunstâncias do ataque, destacando a necessidade de apurar responsabilidades da concessionária pela segurança do trecho. A concessionária não respondeu aos contatos da reportagem.
Reação da família
A irmã da vítima afirmou que o principal pedido é saber quem cometeu o ataque. O relato reforça a busca por esclarecimentos sobre a autoria e a prevenção de novos incidentes na rodovia.
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