Na 27ª edição do ranking anual do Financial Times, três escolas brasileiras aparecem entre as 90 melhores do mundo na educação executiva. O levantamento analisou programas de matrícula aberta e personalizados, com dados de 2025.
A Fundação Dom Cabral (FDC) ficou em 4º lugar, mantendo-se no top 5 mundial pela segunda vez consecutiva. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) ficou em 12ª posição, melhorando em relação ao 27º lugar da edição anterior. O Insper chegou à 19ª posição.
A IESE Business School, de origem espanhola com unidade no Brasil, ocupa a 3ª posição entre os programas abertos. A SKEMA Business School, com unidades em Belo Horizonte e São Paulo, está na 35ª colocação.
Programas abertos e posições
Para o ranking de programas abertos, houve foco em cursos de liderança com duração mínima de três dias e cursos avançados de pelo menos quatro dias. As escolas apresentaram variações de atuação e portfólio.
No conjunto de critérios, é avaliada a interação com o cliente, o desenho do programa, métodos de ensino, corpo docente, feedback, parcerias, crescimento de receita e diversidade. Esses itens representam 80% da nota final.
Critérios e tendências
As informações do ranking são coletadas por pesquisas online com escolas participantes e ex-alunos. O estudo também considera participação feminina, internacionalização e inovação pedagógica. Segundo o ranking, houve aumento na demanda por temas de geopolítica e sustentabilidade.
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