A Microsoft apagarou de forma silenciosa uma publicação que indicava que o Windows 11 dispensava antivírus de terceiros. A página afirmava que o Microsoft Defender era capaz de barrar phishing, instaladores maliciosos e arquivos perigosos.
Registros do Archive.org mostram que o texto esteve ativo até 11 de maio. A partir de 24 de maio, quem tenta acessar a página é redirecionado à página inicial do portal. A ação foi observada pelo laboratório AV-Comparatives e debatida em fóruns de tecnologia.
Desempenho do Defender
Panorama atual aponta que o Defender oferece boa proteção em conectividade com a internet, com detecção competitiva frente a antivírus de terceiros. Em ambientes offline, a eficácia cai para 89,2%, frente a até 98,6% de concorrentes.
O teste de desempenho, realizado em abril, indica que o Defender fica na faixa intermediária, consumindo recursos do sistema em igualdade ou acima de soluções de terceiros, que costumam rodar em segundo plano com menor impacto.
Ecossistema e cobertura
Outro tema é o filtro SmartScreen, cuja eficiência é maior quando o usuário utiliza Edge e Outlook. Preferindo Chrome, Firefox, Brave ou Thunderbird, a cobertura contra links maliciosos varia, abrindo espaço para ferramentas de terceiros.
A Microsoft não comentou oficialmente os motivos da remoção da publicação. Procurada pelo Neowin, a empresa não forneceu explicações sobre a mudança no conteúdo.
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