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Docentes da USP apoiam Reitoria, colegiados e direções em manifestação

Docentes da USP apoiam a Reitoria e as instâncias institucionais diante de tensões, destacando avanços na permanência estudantil e a importância do diálogo democrático

Ana Carolina Fragoso Motta, Iara Pereira Ribeiro e Rodrigo Bissacot Proença - Fotos: Arquivo pessoal e Currículo Lattes
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O movimento divulgado pelos docentes da USP expressa solidariedade à Reitoria, aos colegiados e às direções de unidade diante de uma escalada de tensão institucional. A nota reforça que o diálogo é essencial à vida democrática e universitária, e que críticas, manifestações e divergências são legítimas quando acompanhadas de respeito às instâncias.

Segundo o documento, já houve espaço para negociação recente. A greve dos servidores técnico-administrativos, iniciada em 14 de abril de 2026, encerrou em 23 de abril após acordo com a Reitoria. Nas negociações com estudantes, ocorreram três reuniões em abril, totalizando cerca de 20 horas, e novas reuniões em maio.

A régu­a de permanência estudantil é destacada, com avanços como aumento do PAPFE, ampliação de bolsas PUB e criação de grupos de trabalho para diversas frentes. O total disponível para auxílios subiu de 379 milhões em 2023 para 461 milhões em 2026, com melhorias no Crusp já implementadas.

Avanços e negociações

A nota também ressalta que a USP tem promovido ações da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (Prip), criada na gestão anterior, para ampliar inclusão. A instituição afirma que mudanças exigem análise técnica, responsabilidade com recursos públicos e deliberação institucional.

O documento registra ainda interrupção da reunião do Conselho Universitário em 26 de maio, após episódios repudiados por pró-reitores e dirigentes. A prática reforça a necessidade de funcionamento regular dos colegiados e da autonomia universitária, mantendo o diálogo institucional como ferramenta de construção coletiva.

Desempenho da permanência estudantil

Os docentes destacam que a negociação não implica atendimento automático de todas as demandas, especialmente as extemporâneas. O texto defende que decisões devem ser tomadas com base na legalidade, na gestão responsável dos recursos e na participação das instâncias competentes.

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