Um homem que manteve 10 reféns em um prédio de Bakersfield, na Califórnia, afirmou ter explosivos presos ao corpo e foi morto por agentes do FBI após aproximadamente 15 horas de negociação. O episódio começou na tarde de terça-feira (2) e terminou na manhã de quarta (3), em um confronto com as autoridades.
Os reféns ficaram isolados no andar onde ficam os escritórios da administração do distrito escolar do Condado de Kern, enquanto a área externa do prédio abrigava uma agência bancária. Dois reféns foram liberados durante as negociações na terça. A maior parte do grupo permaneceu sob custódia do suspeito até a ação final.
Quem está envolvido
O principal suspeito foi identificado como Anthony Scott Searles-Harris, de 41 anos. Segundo autoridades, ele é veterano do Exército dos EUA, com passagem de 2006 a 2007, dispensado por ausência não autorizada. O histórico inclui condenação por crimes sexuais envolvendo menor de 14 anos em 2014.
Sequência dos acontecimentos
Searles-Harris se barricou no segundo andar do prédio por volta das 13h de terça. O restante do edifício, incluindo a agência bancária, foi evacuado e o prédio foi isolado. A polícia fechou áreas adjacentes e acionou a Equipe de Reféns do FBI. O suspeito demonstrou comportamento considerado perigoso e foi alvo de negociações de alto risco.
Motivo e desdobramentos
Durante as negociações, o suspeito informou preocupações sobre como seus casos anteriores foram tratados e sobre a própria sentença. A polícia não confirmou a viabilidade prática dos explosivos improvisados apresentados durante o episódio. Um dos reféns, diabético, era citado como motivo de intervenção mais rápida por questões de saúde.
Desfecho
Na manhã de quarta, agentes do FBI entraram no prédio devido a riscos crescentes com a saúde de uma refém e ao comportamento do agressor. Searles-Harris foi morto em tiroteio durante a operação. Os reféns foram resgatados, com liberação de dois já na terça-feira e o restante reunido às famílias na madrugada seguinte.
Entre na conversa da comunidade