Donald Trump compareceu ao Madison Square Garden, em Nova York, na segunda-feira (8), para acompanhar o terceiro jogo das finais da NBA entre New York Knicks e San Antonio Spurs. A presença do presidente gerou reação intensa do público e alterou a preparação para o evento, com um aparato de segurança reforçado.
Do lado de fora, torcedores manifestaram contrariedade ao longo da noite. A vaia aumentou quando o telão exibiu a imagem de Trump durante o hino nacional, contrastando com o clima de apoio ao time da casa durante a partida. A comitiva presidencial chegou ao ginásio por volta de 21h30, horário de Brasília.
Segurança reforçada e fluxo de acesso
O esquema de segurança foi amplo, com medidas próximas às de um aeroporto. Filas para entrada se estenderam por mais de dois quarteirões, gerando insatisfação entre torcedores antes mesmo de entrar na arena. Além disso, a região ao redor da arena foi cercada por grades, dificultando a circulação de pedestres.
Mesmo com a contagem regressiva para o tipicamente lotado jogo 3, muitos assentos permaneceram vazios devido aos controles de acesso. O perímetro de segurança envolveu vias próximas à Penn Station, causando impacto no deslocamento de moradores e turistas.
Contexto do jogo e desdobramentos
Dentro de quadra, o Knicks iniciou o confronto com vantagem na série, que está em melhor de sete. A presença de Trump tornou o evento um dos temas centrais da noite, superando, momentaneamente, a atenção aos atletas.
Antes do compromisso, Trump esteve em Bedminster, New Jersey, em parte do dia, e foi convidado para o evento por James Dolan, proprietário dos Knicks. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, informou ter adquirido ingresso direto com o ginásio por aproximadamente US$ 1.000.
Repercussão e organização do evento
Autoridades locais haviam anunciado restrições de circulação desde a tarde, com acessos limitados a quem possuísse autorização. A festa de torcedores externa, tradicional durante os playoffs, foi cancelada por motivos de segurança.
A participação de Trump na final, reconhecida como marco histórico pela imprensa, acentuou o debate público sobre a relação entre a cidade e o presidente em exercício. Não houve declarações oficiais do comitê organizador a este relatório.
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