A MetaMask lançou a Agent Wallet, uma carteira de autocustódia destinada a permitir que agentes de IA negocem em DeFi com segurança. O produto integra controles definidos pelo usuário e rotear transações pela infraestrutura de proteção da empresa.
A solução foi apresentada como resposta aos riscos de uso direto de chaves privadas por agentes de IA. O objetivo é reduzir erros que causem perdas, evitando problemas que já ocorreram em projetos anteriores. A plataforma opera com simulações e detecção de golpes.
A Agent Wallet já está disponível para cerca de 200 usuários via Programa de Acesso Antecipado, com implementação mais ampla prevista para o fim do verão. A MetaMask planeja expandir conforme os agentes amadureçam as práticas de custódia.
Sobre o funcionamento e os modos
No modo Guard Mode, usuários definem limites de gastos, protocolos aprovados e precisam de autenticação de dois fatores para transações fora das regras. O objetivo é limitar consequências de falhas dos modelos de IA.
No Beast Mode, os agentes atuam com mais independência, ainda assim sob validação de segurança. Transações maliciosas acionam a autenticação de dois fatores, mantendo o controle do usuário.
Contexto de mercado e tecnologia
A carteira utiliza a infraestrutura de segurança da MetaMask, com simulação de transações, detecção de golpes e varredura de ameaças por meio de Blockaid, Clear Signing e proteção Servo MEV. As chaves privadas ficam em enclave de hardware, protegidas pela Cubist.
A iniciativa acompanha movimentos recentes do setor, com Coinbase e MoonPay já explorando soluções de IA para gestão de ativos. A expansão de padrões abertos também tem ganhado adesão no setor, buscando padronização entre diferentes blockchains.
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