Esteira de mudanças no estacionamento de Nova York começa a tomar formato com propostas para reformar o uso de ruas e calçadas. A gestão de bordas da cidade mira transformar vagas gratuitas em oportunidades de ordenação e arrecadação.
O prefeito Zohran Mamdani criou o Office of Curb Management, com Mike Flynn à frente da Secretaria de Transporte. A ideia é tornar as vias mais previsíveis e seguras, aumentando a rotatividade de vagas. Regulações atuais remontam a décadas.
A proposta surge em meio a críticas sobre o excesso de vagas gratuitas e a dificuldade de encontrar vagas. Especialistas apontam que a demanda supera a oferta, gerando deslocamentos e multas. A administração afirma que mudanças são necessárias.
Propostas em andamento
1) Mais vagas com cobrança em áreas movimentadas
Poucas vagas têm estacionamentos pagos. A ideia é ampliar o número de meters em corredores cheios, com tarifas mais altas no centro de Manhattan. Estudos sugerem que isso aumentaria a rotatividade e a receita da cidade.
2) Permissão de estacionamento residencial
Sugere-se criar permits que reservem vagas para moradores, com custos anuais entre valores variados. Algumas áreas teriam vagas reservadas para visitantes. A ideia não elimina a necessidade de planejamento de transporte.
3) Fim do estacionamento gratuito com precificação dinâmica
Defensores defendem remover o acesso livre e aplicar preços que variem conforme a demanda. Em cidades como San Francisco, a prática reduziu o tempo de busca por vagas e aumentou as vendas locais.
Impactos e cenário
Especialistas apontam que a implementação depende de aprovação legislativa para avançar com pilotos ou reformas mais amplas. Avalia-se o potencial de bilhões de dólares em arrecadação com modelos dinâmicos, a serem reinvestidos em bairros.
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