David Hockney, um dos artistas britânicos mais influentes da era moderna, morreu aos 88 anos em casa. A vítima foi anunciada pelos representantes oficiais na terça-feira, 11 de junho de 2026.
A Tate, que abriu as homenagens, destacou a importância de Hockney para o acervo e a cultura visual. A instituição reforçou que sua carreira atravessou sete décadas, abrangendo pintura, gravura, fotografia e arte digital.
A Tate descreveu o legado de Hockney como resultado de reinvenção constante e visão singular. A instituição afirmou que a perda é sentida no mundo da arte, pela amplitude de sua obra e impacto cultural.
O Centre Pompidou, em Paris, elogiou Hockney como uma das maiores figuras da arte contemporânea, ressaltando que suas obras permanecem vibrantes e eternas. O tributo também enfatizou a colaboração entre o artista e o museu.
Historiador de arte, ao comentar a importância de Hockney, destacou que ele elevou a pintura séria com uma abordagem que parece simples. A referência nacional celebra o impacto do artista na visão, espaço e representação.
Os representantes de Hockney comunicaram que ele faleceu tranquilamente em casa, na data acima, deixando um legado associado ao entusiasmo pela vida, ao humor e à curiosidade investigativa, resumidos pela sua frase assinatura Love Life.
Legado e próximos projetos
A Tate informou que continuará a colaborar com a equipe do artista para dois projetos previstos para o próximo ano. Um grande retrospectiva em Tate Britain, cobrindo sete décadas de trabalho. Outra instalação multimídia ocupará o Turbine Hall da Tate Modern, trazendo suas criações para palcos de ópera.
A exposição de Tate Britain em 2017, já mencionada pela instituição, foi um dos mais visitados na história do museu. A nota oficial também destaca as raízes de Hockney em Bradford e sua passagem educativa pelo Royal College of Art antes de se estabelecer em Los Angeles.
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