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MPF investiga denúncia de assédio moral no Hospital das Forças Armadas

MPF investiga denúncia de assédio moral no Hospital das Forças Armadas; apuração pode durar até um ano e envolve a chefe da Central de Material e Esterilização, sob coordenação do procurador Roberto Carvalho

Segundo o inquérito aberto nesta semana, os investigadores receberam denúncias de "suposta prática de assédio moral no âmbito do Hospital das Forças Armadas"
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O Ministério Público Federal abriu um inquérito para apurar denúncias de assédio moral no Hospital das Forças Armadas, em Brasília. A investigação envolve uma alta oficial e está em curso neste momento, com prazo de até um ano.

Segundo as denúncias recebidas, pesquisadas neste inquérito, a representante acusa restrições à licença capacitação, ameaça de remoção de setor e punições em razão de atestados médicos. Também há alegações de desvio de finalidade em avaliações funcionais e violação de privacidade.

O caso tramita sob a coordenação do procurador da República Roberto Carvalho. A apuração foca em condutas dentro da Central de Material e Esterilização da unidade, conforme o MPF.

Detalhes do inquérito

A apuração busca esclarecer os relatos de condutas que teriam ocorrido no âmbito do hospital, incluindo possíveis impactos sobre servidores e procedimentos internos. O MPF ressalta que a investigação vai considerar documentos, depoimentos e outros elementos disponíveis.

A investigação tem duração prevista de até 12 meses, com etapas de coleta de informações, a análise de documentos e oitivas. O objetivo é esclarecer a veracidade das denúncias e apurar responsabilidades.

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