Os helicópteros que caíram no Rio de Janeiro neste domingo (14) pertenciam a operadores diferentes, não faziam voos turísticos e morreram quatro homens além de outras duas vítimas. O acidente ocorreu na zona oeste, no pátio de uma concessionária, pelo que apurado até o momento.
O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), afirmou que os pilotos eram experientes e atuavam como instrutores de voo. A avaliação inicial aponta que as aeronaves seguiram na mesma direção e se chocaram no ar, provocando a queda. Ao todo, seis pessoas morreram no local ou pouco depois.
A prefeitura informou que as vítimas ainda não foram identificadas publicamente. Quatro corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal. Além disso, ao menos um estrangeiro integrava o grupo a bordo de uma aeronave que tinha como destino Angra dos Reis.
Detalhes das aeronaves
As duas aeronaves possuem as matrículas PP-MAC e PR-DJJ, conforme a FAB. Ambas estavam com a aeronavegabilidade regular, mas não estavam autorizadas a operar táxi aéreo. O helicóptero de prefixo PP-MAC é um Bell 206B, fabricado em 1999, enquanto o PR-DJJ é um AS 350 B2, de 2012.
Investigação e próximos passos
O prefeito confirmou que as investigações ficarão a cargo dos órgãos competentes, incluindo Cenipa. Segundo a Polícia Civil, a princípio a hipótese é de falha humana na colisão aérea. As apurações buscam confirmar causas, circunstâncias e responsabilidades técnicas envolvidas.
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