Treinar no frio pode exigir motivação extra para manter a rotina. O inverno impacta o metabolismo e pode influenciar o rendimento esportivo. Entenda como as baixas temperaturas afetam o corpo e saiba como manter a saúde durante a estação.
A menor exposição solar pode reduzir a serotonina, gerando fadiga ou desânimo. Esse fenômeno é conhecido como Transtorno Afetivo Sazonal, que pode afetar a disposição para exercícios ao ar livre e em academias.
Muitos acreditam que o treino no frio queima mais calorias. O corpo precisa trabalhar para manter a temperatura interna, elevando o gasto energético basal e potencializando o consumo de calorias durante atividades físicas, segundo o professor Anderson Téu, da Academia Gaviões 24h.
Mitos comuns sobre o treino de inverno
Treinar em dias gelados é considerado perigoso, o que é um mito. A prática é segura se o corpo for respeitado e as medidas de proteção forem seguidas. O aquecimento é essencial, especialmente nas extremidades, e a hidratação não pode ser negligenciada, alerta o professor.
A sensação de sede diminui no frio, mas o corpo continua perdendo líquidos pela respiração e transpiração. A hidratação adequada continua sendo fundamental para desempenho e recuperação muscular.
Verdades essenciais para a sua segurança
Os músculos e tendões tendem a ficar mais rígidos no frio, o que torna o aquecimento obrigatório. Dedicar alguns minutos para aquecer melhora a mobilidade e reduz o risco de lesões.
A prática regular de exercícios também contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, ajudando a prevenção de doenças comuns do inverno. O professor recomenda adaptar a rotina aos horários mais amenos do dia.
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