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Caso da mulher degolada após morte do marido em acidente está sob investigação

Caso é investigado como feminicídio seguido de suicídio do suspeito após acidente na Rodovia Raposo Tavares

Sara Letícia estava se divorciando de Diego Rodrigues
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A Polícia Civil investiga dois desdobramentos que apontam para uma linha única de crime. Na residência do casal em Itapetininga (SP), Sara Letícia Rodrigues, 25 anos, foi encontrada morta com ferimento de faca. Horas depois, o companheiro, Diego Rodrigues, 35 anos, morreu após colidir o carro que dirigia contra uma carreta na Rodovia Raposo Tavares.

Segundo apuração, a hipótese principal é de feminicídio cometido dentro da casa, seguido do acidente que tirou a vida do autor. A divulgação reforça que o casal planejava assinar o divórcio no dia dos acontecimentos, o que reforça a linha investigativa de que o crime pode ter ocorrido por não aceitar o término do relacionamento.

O que aconteceu na ocorrência

Sara foi achada já sem sinais vitais no quarto da residência na Vila Asem. O corpo apresentava faca como agressor, e o Samu confirmou o óbito no local. A informação inicial aponta o companheiro como principal suspeito.

Acidente na Rodovia Raposo Tavares

O acidente ocorreu no km 185, quando Diego teria invadido a pista contrária e batido de frente com uma carreta. O motorista da carreta não sofreu ferimentos, mas o carro ficou destruído. Diego morreu no local após ficar preso às ferragens.

Testemunhos e apurações

Motoristas que passaram pelo trecho registraram o veículo em contramão antes da batida. O caminhoneiro afirmou ter sido surpreendido pela aproximação do carro. Delegados indicaram que o caso envolve investigação cuidadosa para esclarecer a dinâmica completa.

Como a família foi informada

Familiares de Diego tentaram contato com a esposa, sem sucesso, levando-a a ser considerada desaparecida inicialmente. Um irmão da vítima, ao entrar na residência, encontrou Sara morta na cama, ainda com sinais de calor corporal, e com o rosto coberto por tecido.

Linha de investigação

A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Itapetininga conduz o caso como feminicídio. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o homem assassinou a companheira, deixou o filho aos cuidados da avó paterna e, em seguida, provocou o acidente que resultou em sua morte. A SSP-SP informou que as investigações continuam para esclarecer a dinâmica dos fatos.

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