Taylor Parker, condenada à pena de morte no Texas, ficou conhecida por ter fingido gravidez, roubado um bebê e planejado um crime brutal que gerou um novo documentário. O caso ocorreu em 2020 e chamou a atenção nacional pela violência envolvida.
Segundo as investigações, Parker simulou gestação por quase 10 meses, com exames falsos, uso de barriga de silicone e até chá revelação. Ela enganjou familiares e o namorado, Wade Griffin, para sustentar a farsa.
A crueldade do crime veio à tona quando Parker decidiu atacar Reagan Simmons-Hancock, uma jovem de 21 anos, grávida de cerca de 35 semanas, em sua residência. O ataque ocorreu em 9 de outubro de 2020.
Parker feriu Reagan com mais de 100 golpes de faca e retirou o bebê com um bisturi, tentando apresentá-lo como recém-nascido. Reagan morreu no local; a bebê também não resistiu durante o deslocamento para o hospital.
A investigação conectou o cadáver de Reagan ao bebê supostamente nascido, levando as autoridades a associar os eventos. Parker foi detida após ser parada na estrada, coberta de sangue, com o bebê ainda com o cordão umbilical.
Após a descoberta do corpo de Reagan, as autoridades concluíram que Parker planejava manter a farsa e “dar à luz” o bebê para justificar a situação. O caso motivou a produção do documentário citado pela imprensa.
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