O ataque ocorreu em um bairro diverso de Montreal na tarde de segunda-feira, quando um suspeito abriu fogo a partir de uma janela de um hotel. Um policial e um morador foram mortos; um segundo policial ficou ferido. A investigação aponta que o ocorrido foi conduzido por um homem que atuou sozinho, conforme relatos das autoridades.
O suspeito foi identificado pela autoridade forense de Quebec como Seth Hatfield, de 25 anos, natural de Lethbridge, Alberta. A Universidade de Lethbridge confirmou que Hatfield era estudante e está cooperando com a apuração. Os investigadores trabalham para esclarecer motivação e circunstâncias.
A cidade de Montreal e a comunidade judaica local sofreram abalo com o fato, que ocorreu em uma área com forte presença de sinagogas. O prefeito da Côte-des-Neiges–Notre-Dame-de-Grâce pediu cautela para evitar conclusões precipitadas e reforçou a necessidade de investigações adicionais.
Identificação do suspeito e desdobramentos
A coroner do Quebec confirmou a identidade do atacante e também a de uma das vítimas, o morador de 64 anos. O policial morto foi identificado como Mohamed Lamine Benredouane, de 34 anos. Um segundo policial ficou ferido sem risco de morte, segundo a corporação.
Testemunhas relataram que Hatfield vestia equipamento de estilo militar e empunhava uma arma longa. Vídeos da ocorrência indicam que houve troca de tiros com periculosidade elevada. A polícia informou que o atirador agiu possivelmente sozinho, sem confirmação de outros envolvidos.
Uma nota de contexto circulou nas redes sociais, associada ao suspeito, contendo linguagem extremista com críticas a capitalismo e ao governo, além de referências misóginas. A autenticidade do documento não foi verificada pela polícia ou pela BBC, e as autoridades alertam para cautela na interpretação.
Repercussão e próximos passos
O incidente reacende debates sobre controle de armas e o papel das redes sociais na disseminação de conteúdos extremistas. Autoridades pedem investigação cuidadosa para evitar efeitos de rumores na comunidade local.
O JCCM ressaltou a necessidade de evitar conclusões precipitadas sobre motivações ou alvos. A resposta da cidade inclui apoio às famílias das vítimas e medidas de proteção a comunidades vulneráveis, conforme informado pela gestão municipal.
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