Torcedores levaram bandeiras arco-íris ao jogo entre Egito e Irã, pela Copa do Mundo, na madrugada deste sábado em Seattle, nos Estados Unidos. O duelo, válido pelo Grupo G, aconteceu no Lumen Field e ocorreu durante o mês do Orgulho LGBTQIA+. A permissão para exibir símbolos do orgulho foi cedida pela Fifa, que assegurou que o evento é inclusivo e acolhe pessoas de diferentes origens.
A partida foi marcada pela presença de torcedores que exibiram bandeiras do orgulho e apoiaram a causa de maneira pacífica. Entre as bandeiras, houve uma do Seattle Reign FC, equipe de futebol feminino que participa do calendário do mês do orgulho. O objetivo é promover inclusão, sem that o foco central da Copa do Mundo fosse prejudicado.
Na quarta-feira, jornal The Athletic, correspondente ao The New York Times, reportou que a Federação Iraniana de Futebol havia classificado como inadequadas qualquer cerimônia ou promoção associada ao movimento. Em contrapartida, a Fifa reiterou que o evento é inclusivo e que bandeiras arco-íris são permitidas no estádio.
Protestos ocorreram fora do estádio, com caminhão estacionado exibindo a mensagem Fifa: Sem agenda LGBT. Deixe o futebol ser futebol, em referência à oposição à presença de símbolos do orgulho. A manifestação ocorreu a poucos quarteirões de Capitol Hill, bairro conhecido pela comunidade LGBTQIA+.
Enquanto isso, a praça Pioneer, próxima ao estádio, recebeu parte da celebração da Copa do Mundo, com telões e bares durante o fim de semana do orgulho. Uma marcha de apoio a mudanças no Irã reuniu centenas de manifestantes na avenida Ocidental, com atuação de segurança para manter a ordem. Outras energias de rua incluíram grupos pró-Palestina e apresentações de artistas de rua na fan zone, registrando o clima de festividade e debate que acompanha o evento esportivo.
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